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LIMPOS DE CORAÇÃO

Um homem rico resolveu presentear um pobre mendigo no seu aniversário e ironicamente mandou preparar uma bandeja cheia de lixo e sujeiras. Na presença de todos, entregou o presente  recebido com alegria pelo aniversariante, que gentilmente agradeceu e pediu que o aguardasse,  pois gostaria de retribuir a gentileza. Jogou fora o lixo, lavou e desinfetou a bandeja, encheu-a de flores, e devolveu-a com um cartão, onde se lia:  A GENTE DÁ O QUE TEM DE MELHOR.

                                                                                               

Na realidade, vivemos em um mundo sordidamente impuro. Suspeitamos de tudo e de todos, e muitas vezes duvidamos até mesmo de nossas próprias intenções. Percebo que, em muitos momentos, temos oferecido lixo às pessoas porque esse é o conteúdo de nossos corações.

 

Mas, chega um determinado tempo em nossa vida que a gente tem de parar e tomar a seguinte decisão: “lixo ou flores, o que eu quero que saia de mim?”.

 

É preciso que você entenda que há três níveis que devem ser examinados no nosso ser: o nível descoberto, que são os nossos atos exteriores, visíveis a todos, e que caracterizam nosso comportamento; o nível encoberto que são os nossos desejos, pensamentos, intenções, invisíveis aos que convivem conosco; e há na linha de fundo de nosso interior as nossas motivações (aí é que está o nosso coração).

 

Sobre o coração e suas particularidades vale a pena “pedir uma ajudinha” aos especialistas do Antigo Testamento para compreendermos o sentido da palavra leb no hebraico que vem a ser o nosso “coração”.

 

O Antigo Testamento não entendia o coração em termos físicos, os autores desconheciam a capacidade do órgão de fazer circular sangue para o restante do organismo. Daí então, coração no AT refere-se principalmente aos poderes psíquicos da pessoa, seria então a capacidade de perceber, raciocinar, pensar, compreender, entender, tomar consciência, memorizar, conhecer, sentir, ter vontade e julgar. (Ralph L. Smith em “Teologia do Antigo Testamento”, Ed. Vida Nova).

 

O coração seria então o centro das emoções e ao mesmo tempo da racionalidade das decisões a serem tomadas. Isso é que vai provocar a fala de Salomão: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4.23 – Versão Revista e Atualizada)

 

Se o coração representa as fontes da vida, ou seja, o princípio gerador de vida, deve-se mantê-lo limpo para que a vida brote limpa e desobstruída. Não precisa pensar muito para chegar à conclusão de que, se vivemos em um mundo impuro e corrupto é porque à maioria das pessoas tem deixado a fonte de suas vidas (o coração) enegrecidas pela sujeira do pecado.

 

Limpe o seu coração com a “esponja” da Palavra, que é o próprio Jesus, foi Ele mesmo quem disse aos seus discípulos: “Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado”. (João 15.3)

 

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!!!

 



Escrito por Ezequias às 12h08
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O POVO UNIDO, JAMAIS SERÁ VENCIDO... SERÁ???

Estamos assistindo assustados os desdobramentos de uma crise que insiste em nevoar a atmosfera do Planalto. Na realidade, para sermos bem críticos o que se esconde em meio a esse nevoeiro é uma má política do uso da Política em nosso país. A Política é expressão do cuidado e da administração das causas que são interessantes para a polis (“cidade”, em grego). E o que temos assistido de camarote em nossas tv´s é justamente o desperdício de cérebros pouco dotados discutindo aquilo que é “cuidado apenas dos próprios interesses de vossas excelências”... No relato de Êxodo, o povo representava uma classe de gente cansada e que nem mesmo mais a liberdade aspirava! Massacrada como “massa ignóbil” a ela só se referia deveres, nunca direitos! Bem semelhante aos oprimidos em nossa terra de tantos encantos chamada Brasil. Mas, o povo clamou! E essa é a primeira vez que esse termo “clamar” aparece nas Escrituras. O texto foi claro: “Disse o SENHOR: "De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho escutado o seu clamor, por causa dos seus feitores, e sei quanto eles estão sofrendo”. (Êxodo 3.7) Ao povo só restava clamar, e confiar que Deus estaria solícito para atender ao pedido do povo... O que nos chama a atenção é que à medida que o povo toma consciência de sua dor, e admite para si mesmo que uma intervenção divina é a ÚNICA alternativa, algo diferente começa a acontecer... a verdadeira libertação precisa proceder de dentro, não de fora do homem! Tem muita gente por aí, sinceramente equivocada confiando em estruturas de poder conduzido por evangélicos como expedientes divinos para a implantação de um regime que seja justo. Mas, o que eu tenho visto e percebido é que, não existe poder mais tirânico do que aquele que é exercido em nome de Deus. Uma evidência disso é o regime faraônico. O faraó no pensamento egípcio representava uma divindade, e sua palavra era considerada palavra de um deus. E se torna interessante que no relato bíblico em nenhum momento o nome de qualquer Faraó foi anunciado e descrito. Trata-se de uma suave demonstração de destituição de poder daquele que em nome de um deus governava. Não podemos aceitar um “faraó evangélico” governando o nosso país! Ninguém suportaria uma ditadura em nome de Deus!!! O povo só encontrará a libertação quando assimilar a consciência de que, Deus não está insensível ao grito desesperado dos excluídos e não pode ser citado apenas nas missas e cultos espalhados no país afora. Deus precisa estar presente na agenda de nosso povo, não apenas nos rituais de fim de semana, mas sobretudo na vivência de valores bíblicos no dia a dia. Não podemos mais ser como brasileiros tão incoerentes a ponto de professarmos como “a nação mais católica do mundo” e ao mesmo tempo uma das mais corruptas. Alguma coisa está errada nessa constatação. Será que temos cultuado o mesmo Deus? Nosso culto tem sido de muita teoria e pouca prática? Temos nos “mascarado” com o nosso jeitinho de valorizar mais a estética do que a ética? Termino com um pensamento de Bertold Breth: “O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala e nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do pão, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio depende das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha o peito dizendo que odeia a política”. Maranata. Ora vem Senhor Jesus!

Escrito por Ezequias às 18h24
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